No fim-de-semana tive uma experiência muito interessante...
No sábado fui até ao Workshop LIFE, organizado pela LIFE Training. Decidi que ia ser um dia só para mim, dedicado ao meu desenvolvimento pessoal e... não podia ter feito melhor!
O workshop começou de forma mesmo fixe, com a discussão sobre a complexidade/simplicidade da vida. Ficou bem claro para mim que é sobretudo uma escolha ver a vida como simples ou complexa. E ficou ainda mais claro que quando vejo a vida como complexa tenho tendência a não agir, enquanto que quando decido encarar as coisas como simples... tendo a fazer!
Só isto já valeu a ida ao workshop, pois permitiu-me no dia seguinte tomar algumas decisões sobre a minha área física e também sobre a minha área familiar. Muito bom!
Depois aprendi imenso sobre o famoso método LIFE, de quem o meu amigo mágico já tanto me tinha falado. Percebi com clareza os 4 passos deste método e já estou a aplicar em larga escala. Se quiserem saber mais sobre isto, vejam esta apresentação rápida no youtube:
http://www.youtube.com/watch?v=zjt-ilNG95M
Simplifiquem a vossa vida e... façam magia, amigos!
Se estás a ler este post é porque provavelmente leste "O Mágico Que Não Acreditava Em Magia". Esse livro, escrito pelo Pedro Vieira, relata a minha descoberta (com a ajuda do meu amigo... mágico) dos pressupostos da PNL. Foi uma aventura incrível, que mudou a minha vida para sempre. Olá, eu sou o Peter e este é o meu blogue. Depois das muitas entradas descritas no livro, decidi reiniciar o blogue com novas mensagens, descobertas e partilhas. Para saberes mais... lê o blogue, claro!
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Artigo sobre PNL
Encontrei hoje na net um artigo escrito pelo Pedro Vieira que achei interessante.
http://www.rhonline.pt/default.asp
Espero que gostem!
http://www.rhonline.pt/default.asp
Espero que gostem!
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Corrida!
E não é que comecei a correr! Para já ainda só faço uns treinos curtos, no máximo 30 minutos, estou tão entusiasmado! Em apenas duas semanas já aprendi uma série de coisas novas graças à corrida...
1) O que custa mais é... começar!
2) Por muito que custe pensar no que ainda falta, quando sigo o conselho do meu amigo mágico e me concentro só no próximo passo... fica fácil!
3) Quando mantenho um sorriso e uma boa atitude na corrida... corro mais depressa. É incrível, quase... mágico!
E tu, fazes exercício físico?
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
As minhas leituras #1
Escrevo-vos um post rápido só para partilhar algumas das minhas escolhas de leitura para estas férias!
Então aqui vão:
O clássico "Como fazer amigos e influenciar pessoas" de Dale Carnegie. "Poder sem limites", de Tony Robbins e também um livro que me chamou a atenção. Uma compra de impulso: "Disse-me um adivinho", do jornalista Tiziano Terzani. Em breve partilho os insights/aprendizagens/ideias em geral que me têm surgido...
Se me quiserem ajudar, aconselhando-me outros livros, eu agradeço!
Até breve, amigos/as!
Peter
Então aqui vão:
O clássico "Como fazer amigos e influenciar pessoas" de Dale Carnegie. "Poder sem limites", de Tony Robbins e também um livro que me chamou a atenção. Uma compra de impulso: "Disse-me um adivinho", do jornalista Tiziano Terzani. Em breve partilho os insights/aprendizagens/ideias em geral que me têm surgido...
Se me quiserem ajudar, aconselhando-me outros livros, eu agradeço!
Até breve, amigos/as!
Peter
sábado, 30 de julho de 2011
Férias! Servem para quê, afinal?
Estou de férias e, como não podia deixar de ser... comecei a pensar nas minhas conversas com o meu amigo mágico...
Parece que tenho permanentemente ON o botão da Ligação ao Propósito. Desde que o mágico falou comigo sobre isto que presto muita atenção à razão maior pela qual as pessoas (e eu!) fazem aquilo que fazem. Pois bem, em relação às férias, tenho sérias dúvidas. Senão, reparem...
Comecei por perguntar aos meus amigos e colegas no trabalho se...
1) queriam ter férias
2) para que serviam
À primeira perguntas TODAS as pessoas me responderam que sim. E, em relação à segunda, também houve grande parecença nas respostas. Embora utilizando palavras diferentes, quase todos me disseram que queriam carregar baterias, aumentar energia, descansar/relaxar, preparar o restante do ano, etc.
Passei para a segunda parte do projeto... perguntar o que faziam especificamente nas férias para alcançarem esse objetivo e fiquei MESMO surpreendido! E não é que a maior parte das pessoas a quem falei, durante as férias...
NÃO faz exercício físico
NÃO se alimenta melhor (pelo contrário... e muitos ainda bebem mais do que o normal!)
NÃO medita, contempla, etc
Parece que, pelo menos para as pessoas com quem falei... recuperar energia passa sobretudo por NÃO trabalhar. Mas então isso quer dizer que durante o resto do ano têm permanentes dificuldades em gerar energia saudável e duradoura. Bolas, tenho mesmo de arranjar de colocar os meus amigos a assistirem a formações do meu amigo mágico!
Parece que tenho permanentemente ON o botão da Ligação ao Propósito. Desde que o mágico falou comigo sobre isto que presto muita atenção à razão maior pela qual as pessoas (e eu!) fazem aquilo que fazem. Pois bem, em relação às férias, tenho sérias dúvidas. Senão, reparem...
Comecei por perguntar aos meus amigos e colegas no trabalho se...
1) queriam ter férias
2) para que serviam
À primeira perguntas TODAS as pessoas me responderam que sim. E, em relação à segunda, também houve grande parecença nas respostas. Embora utilizando palavras diferentes, quase todos me disseram que queriam carregar baterias, aumentar energia, descansar/relaxar, preparar o restante do ano, etc.
Passei para a segunda parte do projeto... perguntar o que faziam especificamente nas férias para alcançarem esse objetivo e fiquei MESMO surpreendido! E não é que a maior parte das pessoas a quem falei, durante as férias...
NÃO faz exercício físico
NÃO se alimenta melhor (pelo contrário... e muitos ainda bebem mais do que o normal!)
NÃO medita, contempla, etc
Parece que, pelo menos para as pessoas com quem falei... recuperar energia passa sobretudo por NÃO trabalhar. Mas então isso quer dizer que durante o resto do ano têm permanentes dificuldades em gerar energia saudável e duradoura. Bolas, tenho mesmo de arranjar de colocar os meus amigos a assistirem a formações do meu amigo mágico!
domingo, 17 de julho de 2011
Bienal de Arte de Cerveira
Resolvi dar um passeio pelo Norte do país e acabei a visitar com a minha família a Bienal de Arte de Cerveira. Bem que gostava que o meu amigo mágico por lá estivesse pois fiquei com um monte de questões!
Algumas das esculturas, pintuas e instalações eram bem agradáveis à vista (à minha vista, claro... que a dos miúdos deixava-se atrair por coisas bem diferentes), enquanto que outras eram simplesmente estranhas ou desagradáveis. Já sei que o mágico ia perguntar-me algo do género... "Estranho para quem? Desagradável comparado com quê?" Por isso, e como sei que ele vai acabar por ler estas linhas, vou passar já à especificidade e às minhas questões. Talvez possam ser interessantes também para ti e me ofereeças as tuas próprias respostas!
Quando alguém faz uma obra de arte, qual é a intenção? Devem existir muitas aposto! Umas fortemente baseadas no desenvolvimento de quem apreciará, no futuro, as obras de arte... Outras, aparentemente, parecem ter por missão chocar ou até punir o público. E isto deixa-me num estado pensador. Será missão do artista educar/estimular o público ou apenas libertar-se das suas "cenas" interiores? Talvez a arte possa ser terapêutica! E será que nesses casos o artista pode depois entrar num esquema de racionalização da sua terapia?
Bem, já estão a ver que, com perguntas destas, quando dei por mim já o meu miúdo mais novo se preparava para calçar umas sapatilhas que estavam expostas. O problema é que as sapatilhjas, além de serem uma obra da Bienal, ainda por cima eram uma obra hiper realista em cerâmica! Corri e cheguei a tempo de impedir que fosse dada nova arte à arte.
Que pensamentos costumas ter em exposições de arte? De que costumas gostar mais? E menos?
Forte abraço do teu amigo Peter!
Algumas das esculturas, pintuas e instalações eram bem agradáveis à vista (à minha vista, claro... que a dos miúdos deixava-se atrair por coisas bem diferentes), enquanto que outras eram simplesmente estranhas ou desagradáveis. Já sei que o mágico ia perguntar-me algo do género... "Estranho para quem? Desagradável comparado com quê?" Por isso, e como sei que ele vai acabar por ler estas linhas, vou passar já à especificidade e às minhas questões. Talvez possam ser interessantes também para ti e me ofereeças as tuas próprias respostas!
Quando alguém faz uma obra de arte, qual é a intenção? Devem existir muitas aposto! Umas fortemente baseadas no desenvolvimento de quem apreciará, no futuro, as obras de arte... Outras, aparentemente, parecem ter por missão chocar ou até punir o público. E isto deixa-me num estado pensador. Será missão do artista educar/estimular o público ou apenas libertar-se das suas "cenas" interiores? Talvez a arte possa ser terapêutica! E será que nesses casos o artista pode depois entrar num esquema de racionalização da sua terapia?
Bem, já estão a ver que, com perguntas destas, quando dei por mim já o meu miúdo mais novo se preparava para calçar umas sapatilhas que estavam expostas. O problema é que as sapatilhjas, além de serem uma obra da Bienal, ainda por cima eram uma obra hiper realista em cerâmica! Corri e cheguei a tempo de impedir que fosse dada nova arte à arte.
Que pensamentos costumas ter em exposições de arte? De que costumas gostar mais? E menos?
Forte abraço do teu amigo Peter!
terça-feira, 12 de julho de 2011
Feira Alternativa do Porto
No passado fim-de-semana fui até à feira Alternativa do Porto. Foi interessante observar uma "tribo" muito diferente da minha. Bem, pensando bem, nem sequer pertenço bem a uma tribo. Ou será que a grande massa que segue as tendências mainstream é também uma espécie de tribo? (já agora, o que achas sobre isto?)
Tive oportunidade de comer algumas coisas diferentes do habitual (para mim), visitei stands que vendiam serviços muito fora do comum (como fotografia da aura!) e assisti a palestras sobre vegetarianismo, coaching e muitas outras coisas.
É engraçado que há alguns anos atrás iria passear por esta feira com uma atitude constante de julgamento: aquilo é esquisito, esta pessoas é estranha, só pessoas pouco inteligentes acreditam nisto, etc. Depois de todo o trabalho que fiz com o meu amigo mágico, bem... foi muito diferente e melhor!
Deixei-me conduzir por um sentimento muito agradável de curiosidade e... aprendi imenso! Sinto-me mais conhecedor e com mais alternativas para lidar com as várias áreas da minha vida.
E tu, como lidas actualmente com as questões de "julgamento vs não julgamento"?
Um abraço do Peter
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